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O Som das Letras nasceu para partilhar a minha grande paixão pelos livros. Apesar de já se ter tornado um blog para reflexões pessoais, o fundamento da sua existência é o gosto pela literatura.
A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.
Adormeci na forma e deixei para os últimos dias. Como seria de esperar com esta conduta tão típica minha, fiquei a arder sem entrada para o único dia que me interessa verdadeiramente - 10 Julho, concerto de Pearl Jam.
Aos que passarem por aqui e souberem de alguém que tenha bilhetes para vender, eu estou interessadíssima!!!
Agradeço a todos!!!!
Não se pode dizer que este é o meu tipo de música. Nem pouco mais ou menos. Mas essa música, que me foi dada a conhecer através da Marina Fróes (ex-colega da faculdade), tem qualquer coisa que me fez querer partilhá-la convosco.
É, à primeira vista, a chamada "música de gaja" ou "música dor de corno", mas tem algo a dizer.
Hope you enjoy it.
Hoje é dia de luto para todos os amantes de literatura.
Esqueçamo-nos das nossas preferências políticas ou até mesmo do nosso gosto pessoal de literatura, pois hoje morreu um grande escritor.
Já passou 1 mês desde a minha viagem a Cabo Verde. Devido ao excesso de trabalho e a muitas surpresas laborais e pessoais, este post vem atraso mas com a mesma vontade de vos mostrar o que foi a minha viagem e para dar dar razões mais que suficientes para irem descobrir um Cabo Verde diferente daquele que toda a gente já conhece; um Cabo Verde que nos oferece muito mais do que sol e praia; um Cabo Verde de gente bonita, de cultura, de vida nocturna, de animação, onde se encontra o verdadeiro espírito da Morabeza.
As fotos e as palavras são serão suficientes para demonstrar o que senti naqueles 5 dias de viagem. O meu sorriso era o suficiente para saber que hei-de lá voltar.
Praia de São Pedro (ilha de São Vicente)
Cidade do Mindelo (Ilha de São Vicente)
Cidade do Mindelo (ilha de São Vicente)
Cidade do Mindelo (ilha de São Vicente)
Ilha de Santo Antão
Mercado Ilha de Santiago
Aguardo algumas fotos que não consegui tirar com a minha máquina. Assim que as receba, ofereço mais alguns momentos de boa disposição.
Até lá, enjoy it!

Tenho lido muita coisa e ainda tenho muito para ler. Tenho lido muita coisa que cai em saco roto e tenho lido grandes obras que são verdadeiros instrumentos para um enriquecimento pessoal. O Anibaleitor está englobado no último grupo e após a sua leitura passou a constar na lista dos meus livros preferidos.
Deixo-vos com uma passagem da obra que servirá de aperitivo àqueles que estejam interessados em adquirir o livro:
"Um leitor deve apagar-se perante o livro que está a ler, perguntas tu? Eu não serei tão radical. Por que motivo irira eu deixar de ser eu só por estar a ouvir outro a discorrer? E como poderia eu deixar de ser eu, mesmo que quisesse? Acaso já inventaram a cirurgia plástica para o espírito? (...) É no entanto verdade que o leitor tem de saber tentar falar a língua do livro. Falar a língua do livro e abandonar-se à sua melodia, deixae-se ir na corrente, em vez de desperdiçar forças remando contra a maré. Não digo que nos tenhamos de submeter, apenas que devemos estar disponíveis. O livro, ao ser escrito, já deu um grande passo na nossa direcção: é uma dádiva. Cabe-nos agora a nós retribuir a gentileza e dar um passo em direcção ao livro."

Sinopse: George Davis jamais pensou que no dia em que tivesse um filho fosse incapaz de lhe pegar ou sequer de se aproximar dele, como lhe veio a acontecer. Pressionado pela deteriorização do seu casamento, George decide consultar uma psiquiatra, onde pouco a pouco vai revelando episódios traumáticos da sua infância, relacionados com a morte misteriosa do pai. George lembra-se de em criança ser visitado por uma estranha aparição, um rapaz que lhe conta factos muito perturbantes acerca do seu pai. À medida que estas apaições se intensificam e as suas consequências se tornam mais dramáticas, não há ninguém com quem George possa contar, pois ninguém acredita que seja responsável pelas coisas más que começam a acontecer. Mas este rapaz existirá mesmo ou será tudo produto de uma imaginação transtornada?
Apesar deste resumo ser excelente e ter feito com que eu comprasse a obra, a verdade é que O rapaz que falava com o diabo não me cativou assim tanto. Não é um mau livro, mas não me preencheu e foi muito moroso lê-lo.
Dormi contigo a noite inteira junto do mar, na ilha.
Selvagem e doce eras entre o prazer e o sono,
entre o fogo e a água.
Talvez bem tarde nossos
sonos se uniram na altura e no fundo,
em cima como ramos que um mesmo vento move,
embaixo como raízes vermelhas que se tocam.
Talvez teu sono se separou do meu e pelo mar escuro
me procurava como antes, quando nem existias,
quando sem te enxergar naveguei a teu lado
e teus olhos buscavam o que agora - pão,
vinho, amor e cólera - te dou, cheias as mãos,
porque tu és a taça que só esperava
os dons da minha vida.
Dormi junto contigo a noite inteira,
enquanto a escura terra gira com vivos e com mortos,
de repente desperto e no meio da sombra meu braço
rodeava tua cintura.
Nem a noite nem o sonho puderam separar-nos.
Dormi contigo, amor, despertei, e tua boca
saída de teu sono me deu o sabor da terra,
de água-marinha, de algas, de tua íntima vida,
e recebi teu beijo molhado pela aurora
como se me chegasse do mar que nos rodeia.
Já não me recordo como adquiri a obra do psiquiatra Augusto Cury; nem me recordo a razão da sua aquisição. Muitas vezes os livros aparecem nas minhas mãos por escolha própria, outras por escolha das críticas literárias que leio e ainda há vezes que os livros aparecem nas minhas mãos através de ofertas de revistas literárias. Esta última foi, provavelmente, a forma como A saga de um pensador - a paixão pela vida chegou até mim. E querem saber uma coisa? Ainda bem que aqui chegou!
Trata-se da história de Marco Polo - não o aventureiro e navegador veneziano do século XIII, mas um jovem estudante de medicina que, sendo um espírito livre cheio de sonhos e expectativas, embarca na grande aventura que é a vida.

Sinopse:
"Ao entrar para a faculdade, Marco Polo é confrontado com uma dura realidade: a da insensibilidade e frieza dos seus professores que não percebem que cada paciente é, mais do que um conjunto de sintomas, um ser humano com uma história complexa e única de perdas e desilusões.
Indignado, o jovem desafia profissionais de renome profissional para provar que os pacientes com perturbações psíquicas precisam de algo mais que remédios e diálogo - precisam de ser tratados como pessoas, como iguais. Numa luta constante contra a descriminação, Marco Polo vai provocando uma verdadeira revolução de mentalidades.
Cheios de expectativa e tensão, os caloiros da faculdade de medicina ficam chocados ao encontrar, na primeira aula de anatomia, o triste espectáculo de corpos sem identificação estendidos no mármore branco. Marco Polo, um jovem inteligente e audacioso, não consegue deixar de pensar nas vidas que estas pessoas viveram, nas histórias que teriam para contar ...
É ao tentar descobrir algo mais sobre esses seres anónimos que Marco Polo conhece Falcão, um filósofo sem-abrigo, um "indigente inteligente", que o leva a conhecer o mundo de sonhos frustrados, futuros desfeitos e esperanças mortas de quem perdeu tudo. Mas juntos, o jovem sonhador e o velho pensador vão, passo a passo, encetando um combate contra o preconceito, levando todos à sua volta a encarar a visa com um novo olhar, mais humano e mais solidário."
"E gosto de olhar para as minhas paredes forradas de livros. Eles reflectem a minha vida, a minha história, os meus interesses. Nada me dá tanto conforto como a visão da minha biblioteca caseira. É o sinal de que estou em casa."
Vera Nobre Costa
In, Os meus livros, n.º 85, Ano 7, Março 2010; pp. 82
Sou um antigo amigo da carol o picoence perdi o co...
Olá.É verdade. Os Açores são de uma magia única. S...
É realmente fabuloso..só quem nunca esteve nas mág...
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